Eventos e Culturas

Procissão de Nossa Senhora do Amparo é realizada em Riachão do Dantas

(Fotos: Agência Sergipe de Notícias)

Nesta terça-feira (21) aconteceu à procissão de Nossa Senhora do Amparo no município de Riachão do Dantas. Evento religioso reuniu milhares de fiéis.

A festa tradicional em celebração aconteceu entre os dias 11 e 21 de novembro, neste ano teve como tema Igreja Missionária: Povo de batizados, “Sal da terra e luz do mundo”.

Histórico

O titulo Nossa Senhora do Amparo é muito antigo, remonta a Jesus pregado na cruz, quando entrega sua mãe, Maria, ao apóstolo João. Este, representa a todos nós cristãos. Na ocasião, Jesus disse a João: Eis ai tua mãe confiando Santa Maria como Mãe da humanidade, para que Ampare a todos. Durante muito tempo esta dádiva de Jesus à humanidade foi denominada do amparo, sendo representada aos pés da Cruz de Jesus, que era invocado como bom Jesus do Amparo.

A pedido de Nicodemos, São Lucas esculpiu e pintou Maria aos pés da Cruz de Jesus, recebendo o mandato para ser a Mãe de todos. São Tiago levou a pintura para todos os lugares em que foi evangelizar. Daí começa a grande devoção popular a Maria, Nossa Senhora do Amparo. A partir desse ponto, muitos santuários, capelas e igrejas foram construídos em honra da Mãe de Jesus e sua devoção se estende muito forte até os dias de hoje.

Conta-se que Constantino l, o grande, nascido no ano de 274, na véspera de uma batalha da luta pela sucessão, teve um sonho em  que viu um escudo com uma cruz e ouviu uma voz que dizia, com este sinal, vencerás. Mandou, então, pintar todos os escudos com a cruz e realmente venceu a batalha, tornando-se Imperador no ano de 306. No ano de 313, ele tornou o Cristianismo a religião oficial do império romano.

Os cristãos então, com liberdade, passaram a meditar mais sobre Cristo e sua Mãe Maria. Referindo-se aos cuidados maternos de Maria, todos queriam se colocar sob o seu Manto Protetor, sob o Amparo de Nossa Senhora. Assim, propagou-se ainda mais o título de Nossa Senhora do Amparo.

FONTE: Lagarto como eu vejo